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Mariana Kawazoe

Mariana Kawazoe

Psicóloga, Psicoterapeuta e Orientadora Profissional

A Importância do Momento de Recolhimento

Não sei vocês, mas eu tenho o que eu chamo dos meus “momentos-ostra”! São aqueles momentos em que eu quero ficar sozinha, quietinha, só fazendo coisas que quero, a hora que quero, comendo o que quero etc. Sabe como é isso?

Tem gente que não consegue ficar sozinha e fica mega ansiosa só de pensar na possibilidade de ficar só.

Primeiro quero dizer que ficar sozinha não é sinônimo de solidão, esta que é temida por quase todo mundo.

Pra mim, o bom desses momentos é poder entrar em contato comigo mesma, me dar conta das coisas que me fazem bem ou mal, conversar comigo mesma, ser a minha própria companhia, descansar um pouco das relações com os outros. Se eu me aguentar, eu aguento qualquer pessoa, rsrs! Só que não! Eu não aguento qualquer pessoa!

Como eu trabalho muito com pessoas, ouço muitas histórias com conteúdo emocional forte, cuido de muita gente, eu PRECISO desses momentos-ostra.

Reflita comigo: nós, que moramos numa cidade grande, por exemplo, temos estímulos sonoros, visuais e olfativos o tempo todo. Quase não percebemos que vivemos em constante estresse por conta disso. E isso faz mal pra nossa saúde física e mental.

Fala se esse “momento-ostra” não é uma delícia e super necessário!?

O que eu faço nesses momentos? Leio livros, ouço minhas músicas preferidas, assisto minhas séries prediletas, atualizo pendências relacionadas a essas coisas mesmo, durmo, acordo, faço caminhada ou corrida, como coisas que gosto e que não me permito comer durante a semana e agora tenho meu mais novo participante desses momentos, meu cachorro! Adotei um dog. O nome dele é Amendoim e é uma graça de cão! Respeita meus momentos-ostra!

Aliás, antes que alguém dê uma desculpa esfarrapada de que não consegue ter esses momentos porque tem filho, quero contar que desde muito cedo, expliquei para o meu filho que às vezes eu queria ter esses momentos de ficar quietinha. E sabe o que aconteceu? Ele aprendeu não só a respeitar esses meus momentos, como ele também aprendeu a ter os momentos dele. Hoje ele está com 20 anos de idade, mora fora do país (e não é a primeira vez que ele mora fora) e sabe que ficar sozinho e conviver com ele mesmo o ajudou e o ajuda muito a ter ótimas experiências no exterior. Aprendeu a se virar desde cedo, viaja sozinho desde cedo e não sente medo de ir para lugares diferentes sozinho. Se vira até melhor do que eu!

Vá por mim, esses momentos fazem muito bem à vida!!!

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